cais e porto
destituídos, a fuga, necessária
em linha
em sóis
em repartimento de ruínas e estilhaços
caminhadas
sufoco e vertigem às vésperas
aos trambolhões
viver como um perdido
em meio às ausências de trapézios
de fôlegos
de hálitos bafejados na desesperança dos beijos
nos pavilhões dos doentes terminais
as sintaxes vazias do medo
e dos solilóquios que preencheram as noite sem sons
sem sonos e outros sinônimos e clichês
os deslocamentos calados
viver estacado como um poste
olhando para si






2 comentários:
Saudações !
Venho paranebizá-los pelo
belo trabalho que faz por aqui ...
Sou um iniciante neste ramo
Adorei descobrir este espaço!
estou seguindo!
meu nome é DELLONE
@SilenceShadows
Adoraria receber vossa visita em
meu espaço--> silenceshadows.blogspot.com
Será muito bem vindo!
Até breve!
olhando para si, e perguntando a si mesmo: quem sou eu? quem és tu?
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